27 de agosto de 2012

Quase repentinamente

Escrito por Rafael Leite

E, de repente, tudo parou. O relógio já não andavam mais, os carros não faziam mais barulho e nem aceleravam. Os pássaros estavam parados no ar, os semáforos não mudavam de cor, as pessoas não andavam. Tudo parou, de repente. Tudo parou para eu decidir, o que fazer? Não tinha outro momento, era agora ou nunca!
“De repente, não mais que de repente” tudo voltou ao normal. Os carros, o relógio, os pássaros, tudo voltou ao normal, tudo ficou igual. O carro passou, o pássaro passou, o momento passou e o agora é nunca.

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