20 de abril de 2012

Será que é certo?

Escrito por Rafael Leite

E eu fico imaginando se isso tudo é certo. Será que eu estou fazendo a coisa certa? Porque ninguém me avisa que estou errando? E eu fico imaginando se isso tudo é certo. Já disse, o tempo passa rápido. Estaria eu perdendo tempo com as escolhas erradas? E eu imagino mais uma vez se isso tudo é certo...
O certo e o errado: totalmente relativos
Tenho muito medo de fazer as coisas erradas. Erradas para quem, imagino que vocês estejam se perguntando. E vocês estão certos, esse pensamento é uma enorme besteira. Se eu faço o que faço, é porque eu acho certo, no mínimo. E acho que apenas isso importa. Se alguém acha que estou fazendo algo errado, que ela faça melhor! O certo e o errado são totalmente relativos, dependem da opinião de cada pessoa. E por isso todos nós não deveríamos ligar para o que as pessoas dizem sobre o que fazemos. Elas gostam de julgar, de acordo com suas opiniões. E o que você tem a ver com isso? Se transformar em algo diferente de você, apenas porque alguém diz que você faz isso de forma errada? Por favor, né.
Desculpem o vocabulário, mas foda-se o que as pessoas dizem. Faça o que você acha que é certo e ponto! Pare de se influenciar pelas outras pessoas e faça o que você quer! Quem sabe um dia eu consiga fazer isso...

11 de abril de 2012

Reflexão

Escrito por Kk Moura

Estudar óptica na física é um tédio, mas incrivelmente tem uma parte de cores dos objetos que é interessante. Imaginem só, as cores que vimos nos objetos não são aquelas cores que eles tem naturalmente, e sim a luz que eles refletem. Então nada tem cor, somos feitos por feixes de luzes e por corpos que são refletores. Então eu me pego pensando no que é real. Se o verde da natureza na verdade não é verde, o que seria verdade, fato, realidade?
Eu li um pouco sobre alguns filósofos bem pessimistas, um deles é Shopenhauer, e ele relata muito bem a ilusão e o desejo humano. Acho que é ele que diz que tudo o que o homem criou não é real, e que só elementos da natureza são reais. Ele retrata que os sentimentos são ilusões e que provocam instabilidade nos seres humanos.
Aliando a física, nem a natureza torna-se realmente real. Esse conceito de certo e errado passa a ser relativo, o mundo é mais incerto do que parece ser. E o homem é menos sábio do que imagina ser.
A partir disso eu faço uma sobreposição de ideias , pensamentos, e fico me questionando o nosso valor aqui na Terra. Se somos só feitos de propriedades de reflexão, por que é necessário sermos tão mesquinhos, preconceituosos e arrogantes?

10 de abril de 2012

“Introdução”

Escrito por Kk Moura


Eu nem sei como começar, escrever pela primeira vez em um blog e falando sobre si mesma é muito difícil. Então, acho que posso começar falando sobre minha felicidade de estar escrevendo para um blog que é bastante acessado, principalmente porque todas as minhas tentativas de escrever em uma página da internet foram frustradas, eu sempre acabava deixando de lado ou não divulgava. Gostaria de agradecer a Igor que me fez o convite e a Rafael que aceitou que eu postasse aqui.
Eu sempre gostei muito de escrever, nas primeiras redações da escola eu ficava super ansiosa para ler em voz alta para os meus colegas, lia para os meus pais e meus familiares, sempre foi um prazer compartilhar algumas redações que saiam razoáveis. Já escrevi dois livros românticos para adolescentes, tenho até vergonha deles, são muito depressivos e bestas, estilo Talita Rebouças, mas piorado.
Ultimamente venho dando uma de poetisa, mas uma professora do cursinho que gosto muito já me desanimou, ela disse que essas menininhas românticas acreditam que fazem poesia, mas poesia é algo muito complexo. Entretanto, acredito que mesmo não escrevendo bem ou não fazendo a verdadeira poesia, o importante é a sensação de escrever, para mim é uma forma de esclarecer meus pensamentos, quando tenho preguiça de refletir, pego uma folha e uma caneta e escrevo, através da escrita consigo conhecer um pouco de mim. Enfim, é isso... apenas uma “introdução”.