31 de outubro de 2010

Cada vez mais drogas

Escrito por Rafael Leite
Bem, fiz outro texto em minha aula de redação e queria compartilhar com vocês. O tema é Drogas, era pra se fazer um texto de opinião em cima disto. Espero que vocês gostem!
Cada vez mais drogas

É inacreditável a realidade que estamos vivendo, cada vez mais pessoas estão usando cada vez mais drogas cada vez mais jovens. Crianças de 11 anos já começam a descobrir o álcool. Cada vez mais eu me irrito, igual a você que está irritado com cada vez mais eu usar a expressão cada vez mais, mas é tão revoltante nossa realidade, que preciso que você cada vez mais preste atenção nela.
 
O álcool é legalizado, mas para mim é uma das piores drogas, só não é pior que o crack. Ele, além de matar vários no trânsito, deixa as pessoas mais violentas, além de causar cirrose e fazer com que as pessoas se afastem de quem o bebe, afinal tem muito (leia-se: todos) bêbado que é extremamente inconveniente, além de, às vezes, extrapolar e começar a passar mal. Até hoje nunca cuidei de um bêbado em apuros, mas deve ser algo extremamente chato. Tão chato, que prefiro nem pensar.
 
Além do álcool, temos o cigarro, cada vez mais presente na adolescência. O pior dele é que faz mal para a saúde até de quem está ao lado do fumante. Não que quem bebe e depois dirige não faça mal, mas com quem anda com quem bebe não necessariamente vai ter problemas de saúde por isso, e já com quem anda com fumante terá. A fumaça do cigarro é extremamente tóxica, podendo mata até os não-fumantes.
 
Falei apenas dessas drogas por um simples motivo: são legalizadas. Matam mais que muitas dessas drogas proibidas, e essas drogas legais são vendidas em qualquer lugar, às vezes até para qualquer um, mesmo a lei proibindo a venda para menores. O pior é que menores compram, mesmo com tanta informação sobre o malefício do álcool e do cigarro.
 
Você pode pensar que é o pobre, que não tem muita informação sobre o assunto, que mais compra e usa. Você está completamente enganado, seu preconceituoso! É o menor rico que mais usa, provando assim que não é necessário só informação, e sim ação (E em minha opinião, ação não só para ajudar o menor, e sim qualquer usuário dessas terríveis drogas).
 
Pense sobre quem morreu por causa do álcool e do cigarro. O primeiro passo é ensinar os jovens, o segundo passo é proibir a venda delas, como a maconha, cocaína e crack, que são proibidos.

G de Prisão agora é Pense Grande!

Escrito por Rafael Leite
Grandes pensamentos requerem grandes ideias. A proposta inicial do G de Prisão não era refletir, e sim fazer rir. Por este motivo, fizemos esta grande reforma em nosso blog!

Tudo novo para vocês, layout, logomarca, nome! Aqui, você tem que pensar grande ;D

16 de outubro de 2010

Você x Seus sonhos

Escrito por Rafael Leite
Sabe, tudo é possível quando a gente quer. Você pode mudar sua vida se você quizer, basta ter força de vontade. 80% de chance de você se dar bem. Mas você precisa tentar, se não tentar você é um fraco e nada vai ser do jeito que você quer. Ou seja, se não tentar, você será igual a mim: não irá conseguir nada do que deseja e ficará resmungando pelos cantos por não ter conseguido.

Faça o que digo, não faça o que faço. Corra atrás dos seus sonhos, se você acreditar e correr atrás, você consegue alcança-los! Se não conseguir, pelo menos tentou, foi forte o suficiente pra isso. Você é corajoso porra, você vai conseguir realizar seus maiores sonhos.

Corra atrás deles, não espere eles correrem atrás de você. Quem tem pernas é você, eles não tem. Seja forte seu merda!

15 de outubro de 2010

O grilo

Escrito por Rafael Leite
Não posso mais esperar, eu preciso de um tempo longe da cidade... Me esconder no meio da mata, apenas eu, meus pensamentos, um pedaço de papel e uma caneta, junto com minhas árvores e bichos, sons naturais e beleza exuberante... Fugir do caos da cidade e ir pra tranquilidade da mata... 1 semana sem computador, sem carros, sem barulhos...

Não aguento mais tanta informação, tanto carro, tanto barulho... Quero me esconder, preciso me esconder... O vício está me dominando, meus ouvidos já estão reproduzindo sons de sirenes sozinho... Já me acostumei com a poluição dos carros... Ar puro, preciso de ar puro.

Como eu queria me encontrar com a natureza, nada melhor que um sonzinho de grilo ao fundo com aquele cheiro de mato molhado pra escrever sobre o que não consigo escrever nesse cubículo no meio da cidade em que eu moro.

Assim que eu puder eu vou pra lá, quem sabe assim consigo me expressar em palavras, e as coisas saiam da minha mente para que possa compartilhar com o mundo. Já consigo ouvir o som da cachoeira...

14 de outubro de 2010

O amor e a morte

Escrito por Rafael Leite
Bom, vou compartilhar com vocês um texto que fiz pro colégio, tinha que fazer um texto em cima da vida de Carlos Drummond de Andrade, peguei a morte da filha dele e a morte dele e fiz um texto em cima disso. Lembrem-se que é apenas baseado em fatos reais, algumas datas estão de acordo com os fatos históricos, outras eu inseri no meio, mas acho que ficou muito bom, vocês vão gostar!

O amor e a morte

A morte dói muito, mas, às vezes, faz a gente ver quantas e o quanto as pessoas nos amam.

A pessoa que mais amei em minha vida foi minha filha, Maria Julieta. Como dói para mim aquele mês de Agosto do ano de 1987. Não pelo meu falecimento, e sim o de Maria Julieta. Maldito câncer! Sempre atacando e matando até os mais novos.

Naquele dia em que ela se internou, foi um sofrimento enorme para mim. Você não imagina a dor de um pai ao ver sua filha entrando numa ambulância. Nesses 2 meses de internação, fiquei no quarto com ela dia e noite. Só saia quando os médicos pediam para me retirar, e mesmo assim discutia com eles antes de aceitar e me retirar.

Era dia 04 de agosto, véspera de sua morte. Em um último momento de lucidez, pude conversar com ela. Como minha filha estava mal! Falava com dificuldades e ficava sem ar, mas foi uma conversa emocionante. Conversamos sobre poesias; minhas, no caso. Ela perguntou se eu ainda estava escrevendo, e tão bem como sempre. Falei que não conseguia mais fazer, ainda mais com minha fonte de inspiração num quarto de hospital. Completei dizendo que todos os dias estava ao seu lado, lutando junto com ela, e até mais. Ela sorriu, com suas poucas forças, e falou algo de que eu nunca esquecerei: “Você é o melhor pai que alguém poderia ser. Queria poder compartilhar você com o mundo”. Chorei, confesso. Ela voltou a dormir, em seu sono profundo. Dormi também.

Dia seguinte, o dia mais triste de minha longa vida. Se eu pudesse, ia no lugar dela. Logo pela manhã, notei algo errado. Fui acordado por uma movimentação estranha no quarto. Fui orientado pelos médicos a me retirar do quarto. Logo após, a levaram para a UTI.

Hora da morte: 09h37min. Assim terminou a vida da pessoa que mais amei neste mundo. Vítima de um câncer. Eu, velho, fiquei. Ela, nova, se foi. Meu coração não aguentou. Tive que ocupar a mesma maca que ela, quando recebi a triste notícia meu coração quase não aguentou. Se não fosse a equipe do hospital, teria ido as 09h39min. Por que eles tinham que me salvar? Eu era mais feliz ao lado de minha filha, sem ela não sou ninguém. Apenas mais um vegetal em uma cama de hospital.

Acordei apenas dia 07 de agosto, no meio de aparelhos e tubos, e um crucifixo. Achei uma falta de respeito aquele intruso em meu leito de morte. Queria minha filha ao meu lado, e não um crucifixo. MINHA FILHA, MARIA JULIETA!

Foram os 12 dias mais longos de minha triste e longa vida. Passei todos eles na UTI. Entubado, respirando por aparelhos inúteis, esperando a minha morte. Tomei tanto choque que dava para abastecer uma casa inteira por 1 ano. Não sei por que raios eles tentavam a todo custo me manter vivo. Sem minha filha, minha querida e amada filha, eu era morto. Não tinha mais motivos para viver. Eu não queria mais viver.

Não tinha família, não tinha amigos, não tinha mais nada. Não escrevia nada há tempos, só pensava em como deixei um maldito câncer matar minha filha.

Simplesmente não queria mais viver, e nem precisei lutar muito para isso. Meu coração parou. Os médicos o faziam voltar, ele parava novamente. Voltava por causa dos médicos.

Dia 17 de agosto, daquele terrível ano de 1987, meu coração parou e resistiu à vida. Finalmente, depois de 12 dias de luta, eu morri. Foi o dia mais feliz da minha vida (ou morte). Estava livre!

Fui enterrado no São João Batista, ao lado do túmulo de minha querida filha. Finalmente pude reconhecer o quanto era querido por esta sociedade. O Brasil ficou de luto. Boa parte de meus amigos de Belo Horizonte (os que ainda estavam vivos) vieram me dar o último adeus. Rio de Janeiro inteira se mobilizou para aquela zona da cidade.

Muitas lágrimas. Muitas flores. Muitos adeus.

Senti-me alguém naquele dia. Consegui ver o quanto as pessoas gostavam de minhas poesias. E o mais importante: o quanto as pessoas me amavam.

Infelizmente, tive que desapontá-las, afinal, eu não as amo. A única pessoa que eu amava era minha falecida filha. Sem ela, nada me importava.

Acho que daí se explica de que eu morri. Morri de amor. Não é no coração que ficam os sentimentos?

13 de outubro de 2010

Temos que nos adaptar

Escrito por Rafael Leite
Imagina se tudo fosse do jeito que nós queremos... Seria tudo mais fácil, não é mesmo? Eu pelo menos estaria namorando e dirigindo... Infelizmente, nem tudo é do jeito que nós imaginamos, e quando certas coisas acontecem, infelizmente temos que nos acustumar...

Sei como é dificil, sei que parece ser impossível, sem que você não quer fazer aquilo, mas as vezes é necessário... Você faz tudo pra voltar a ser como era antes e não consegue, então você é obrigado a adaptar aquela nova situação. Essa situação pode ser a mudança de cidade, de colégio, a perca de alguém querido, ou até mesmo quando se afasta de um amigo ou briga com ele...

Se tudo na vida fosse fácil, acho que seria até sem graça. Sempre é bom um pouco de emoção, mas tem cada situação... Ainda mais eu, que sou meio apegado com meus amigos... Eu estou realmente sofrendo muito por alguns, mas porque eu sou besta mesmo, me apego demais com meus amigos, e nem sempre sou recompensado...

Adaptar, é isso que tenho que fazer... Sem você é dificil seguir minha vida, mas eu consigo, um dia eu consigo; Afinal, todos os seres vivos se adaptam às situações de cada um...

Dia das crianças

Escrito por Rafael Leite
Sabe, toda minha vida eu ouvi a frase "A infância é a melhor fase da vida". É a fase da vida que não temos preucupações, imaginamos várias coisas, uma simples caixa de sapato se transforma numa aeronave moderníssima, o chão do seu quarto vira uma cidade do ano de 2030, e o caramba a 4. Mas por mais que todos falem que é boa, parece que a cada ano que passa ela acaba mais rápido...

Sabe, a uns anos atrás acho que quem tinha 14 anos ainda era criança, mas hoje com 10-11 anos ja são pré-adolescentes... Ninguém mais quer aproveitar a melhor fase da vida, querem se preucupar com coisas bestas e deixar a mamata da vida de criança, que só tinham que pensar em qual seria a brincadeira de amanhã...

E tem outra coisa, hoje em dia a imaginação vem sido deixada de lado, afinal temos uma máquina pra imaginar por você! Pra que comprar um carrinho se posso dirigir um nesse jogo eletrônico? Acho que o grande injustiçado no mundo, o computador, tem grande culpa nessa adolescência precoce...

Pense bem: o mundo em suas mãos. Você acaba se conectando com outras pessoas, mais avançadas psicologicamente, e quer ser igual elas. Não tem mais motivos pra brincar, olha a vida real na sua frente, porra!

Sabe, essa é minha visão, muitos vão discordar, mas pensem bem nisso.

Bom, nesse 12 de Outubro eu queria voltar a ser criança, não ter problemas e ter uma única obrigação: ser feliz!

Feliz dia das crianças!

7 de outubro de 2010

Ar puro

Escrito por Igor Batalha



Grande parte da população brasileira vive em cidades ou até mesmo em big cidades, como por exemplo São Paulo.

Estamos sempre a mercê de nossas rotinas incansáveis e desgastantes, tendo uma vida muitas vezes monótona, indo pra aula, estudando, usando o computador, dormindo e no dia seguinte repetindo as mesmas coisas do dia anterior.

Temos que ficar no caos da cidade, agüentando inúmeras buzinas de carros devido ao engarrafamento nos horários de pico e principalmente nas sextas feiras.

Ficamos cada vez mais dependentes da tecnologia, que a cada dia se assemelha a um novo tipo de droga, altamente viciante.

A proposta que tenho para vocês, leitores do Gzão que também vivem em cidades grandes, é para que vocês reservem um determinado tempo para sair da sua cidade, sair da poluição sonora e visual, sair da sua rotina e viajar para o local mais próximo que tenha natureza. Boas pedidas seriam um acampamento, uma caminhada até uma cachoeira que fica +- a uma hora da sua cidade, algum esporte radical como escalada, raft ou arvorismo, no qual podemos sentir alguns dos prazeres do meio ambiente.

Quando tiverem a oportunidade de interagir com um local harmonioso, não a desperdice, aproveite disso para refletir um pouco, obter harmonia e paz. Em vez de escutar buzinas, você escutará o sopro do vento, o canto dos passarinhos e os demais barulhos da natureza.
Caso você queira alcançar um certo silencio, fique em um lugar mais afastado para que possa desfrutar mais desse silencio, evoluir seu pensamento e até conversar consigo mesmo.

Daqui uns dias, talvez isso não será mais possível, pois a fome de dinheiro dos homens é algo insaciável a ponto de consumir todos os recursos naturais e com isso fuder todo o nosso planeta, mas isso é assunto para oooutro post!

Concluindo, tire um tempo para a natureza, para respirar ar puro e se acalmar do caos das cidades, respeitando-a sempre.

Afinal é dela que viemos e dela retornaremos..